Cada semana pesa de um jeito
Simulado, ENEM, escolha da profissão, vida fora da escola.
O Corredor ajuda a escola a acompanhar as emoções de cada aluno e a acolher quem precisa, toda semana.
Dados ilustrativos. As cenas avançam sozinhas.
Um em cada quatro estudantes de 13 a 17 anos sente que ninguém se preocupa com ele. Na escola privada, seis em cada dez se sentem muito preocupados com o dia a dia (PeNSE 2024, IBGE).
Simulado, ENEM, escolha da profissão, vida fora da escola.
Um professor repara, um pai liga, a pesquisa chega no fim do semestre.
E a nota alta pode esconder quem está se desgastando.
Toda semana, com uma pessoa do outro lado.
Cuidar começa por perceber.
Uma plataforma para a escola inteira cuidar junto.
Índice Emocionaltoda semana, de 0 a 100
A escola nota a fase difícil cedo.
Chegada20 segundos, sete personagens
O check-in do aluno: opcional, no celular, no ritmo que a escola decidir.
Escutadono, prazo e registro
Quem pede conversa ouve uma pessoa até o próximo dia de aula.
Índice de Satisfaçãoanônimo, por aula
O professor recebe retorno toda semana, sem ranking.
Matrizemoção e desempenho
A nota alta deixa de esconder o cansaço.
Network e grupospor interesse e série
Grupos moderados, e o terceiro ano ajuda o primeiro.
Boletim de bem-estarmensal, combinado com o aluno
A família acompanha, e a confiança do aluno é respeitada.
Sete personagens dão forma ao que é difícil de dizer.
De 0 a 100, só com o que o aluno disse. O número acompanha, e quem cuida é sempre uma pessoa.
Um índice alto nunca dispensa o olhar da escola. As faixas são calibradas com a psicóloga no piloto.
Leve, lúdico e sempre com alguém do outro lado. Nas perguntas abertas, o aluno responde escrevendo ou por áudio, como preferir.












O aluno diz como está, a escola enxerga a turma e o cuidado chega a quem precisa.

Índice, adesão e pedidos da semana.

Bem-estar e desempenho lado a lado.

Tempo de resposta e desfechos, sem nenhum conteúdo.
Oito frentes de trabalho, cada uma na sua área.

O pedido urgente vem primeiro, com prazo.

Conversa, histórico, desfecho e o que compartilhar.

O aluno conta só o que quiser, só para ela.

Interesses em comum e grupos por convite.

Encontros por série, editados e aprovados por ela.

Para a série, o grupo ou o segmento, com a participação à vista.

Só ela vê, e todo acesso fica registrado.

Meditação, respiração e sono chegam ao aluno depois do sim dela.
Telas do app com dados fictícios.
A pesquisa semestral vira retorno semanal, anônimo e sem ranking aberto.
Uma aula sorteada por semana, em poucos toques.



Cada matéria contra ela mesma, do bimestre anterior até agora.

Cada professor comparado a ele mesmo.

Por pergunta, por turma e por bimestre.

O que a turma diz da aula e como foi na disciplina.

Perguntas anônimas sobre carga e apoio.
O aluno responde sobre uma aula sorteada, sem nome. A leitura pede 15 respostas e abre uma conversa com o professor. Exemplo com dados fictícios.
Contas, turmas, convites e notas num lugar só.

Cada conta entra com a turma e o responsável.

A planilha da escola segue sendo a fonte.
O socioemocional e o desempenho nas matérias ficam no mesmo quadro, por série, turma e disciplina.
A Matriz mostra onde olhar, sem prever o futuro de ninguém. O índice nunca entra na nota. A coordenação vê turmas, e o aluno pelo nome só a psicóloga vê.
Medimos junto com a escola antes de afirmar qualquer efeito.
Modelo circumplexo de afeto
Nomear o que sente vem antes de decidir o que fazer.
CASEL e regra SAFE
Dá método ao que muitas vezes vira conversa solta.
Competências 8, 9 e 10
Fala a língua do projeto pedagógico da escola.
Um passo pequeno por semana
Toda atividade termina em ação.
Aprender com estratégia
O professor sustenta a ideia na sala.
Antes de prova e simulado
A pressão do ENEM vira preparo.
Aceitação e compromisso
A escolha da profissão ganha sentido.
Técnica cognitivo comportamental
Ferramenta própria para a hora da prova.
Dez forças socioemocionais
O aluno vê onde é forte, nas matérias e no socioemocional.
Autosseleção
Entra quem pede, e ninguém é rotulado.
Videoteca da psicóloga
Recurso individual, sempre por escolha.
Perguntas sobre a aula
O retorno melhora a aula sem ranking.
Modelo de Proctor
A escola decide com dado do próprio piloto.
Têm com quem contar e sabem quem vê o quê.
Sabem quem cuida do filho, com a confiança dele preservada.
Sinalizam um aluno e recebem um gesto simples para a semana.
Sabem quem precisa deles e decidem a trilha.
Enxerga a escola e mostra às famílias como cuida.
Turma sorteada inclui quem mais precisa.
De 60 a 80 alunos convidados.
Entra quem quer e tem o sim da família.
Reunião antes de abrir.
O aluno sabe quem vê o quê.
Uma hora sobre o protocolo.
Cada papel vê só o que precisa.
A escola define o ritmo.
Ponto igual para qualquer resposta.
Até o próximo dia letivo.
Todo acesso individual fica auditado.
Tempo de resposta, adesão e confiança.
Critério combinado antes de começar.
Compromissos que valem em toda escola.
Soma ao programa que a escola já tem.
Só a psicóloga vê o individual. Coordenação e direção veem a turma. O professor fica sem índice, e a família vê o resumo combinado com o aluno.
O pedido vai ao topo da fila, com até 1 hora de horário escolar. Fora dele, a tela leva ao CVV 188 e ao SAMU 192, e a escola responde no início do dia letivo seguinte.
Nenhum dos dois. A psicóloga decide cada caso, e o programa segue ensinando. O check-in pode abrir essa aula.
Essa promessa a gente não faz. Nenhuma pesquisa independente mostrou esse efeito em check-in emocional. O que oferecemos é escuta com prazo, leitura semanal e cuidado registrado.
Não. A resposta não guarda nome nem horário, a leitura pede 15 respostas e o resultado vira conversa com a coordenação, sem ranking aberto.
Numa demonstração de cinco minutos, com uma escola fictícia de 400 alunos sintéticos e as telas de cada papel.
Mostramos com calma para a direção, a coordenação e a psicóloga.